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sexta-feira, dezembro 31, 2004

Discordo...

... que se insultem as pessoas que continuaram a ir de férias para as áreas sinistradas, porque já tinham as coisas marcadas.

Há quem o faça em termos vitriólicos.

Discordo porque...

... é próprio de regimes historicamente falhados e histericamente repressivos;

... não adianta absolutamente nada à essência da discussão que é preciso ter (se haverá é outro ponto);

... erra rotundamente o alvo (se há alguém para escoar raiva, impotência, desespero, o que for, não é, não pode ser, o primeiro turista acidental, ou irresponsável, ou inconsciente, ou insensível, que é posto no ar por um programa de televisão ou rádio).

Há por aí uns pseudo-colunistas muito criticados pelo seu vazio de ideias, por deverem o estatuto a uma indigência mental e a uma prática de bajulação que os habilita a servir quem manda e agredir quem incomoda.

So what?

São importantes? Merecem a atenção, o espaço, a tinta - a irritação?

Ou estão precisamente a servir de pára-raios? De amortecedor? De airbag? De cortina de fumo? De acessório?

O importante é sempre o principal.

Continua a ser, sempre, mesmo quando a irritação põe as reservas, ou a intendência, na primeira linha.

E o principal não é o turista acidental com evidência mediática por um dos acasos da vida.

Pessoas informadas não devem cair nestas armadilhas básicas.

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