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sexta-feira, dezembro 17, 2004

Involução ou adaptação?

Estar-se-á a passar (regredir? realizar?) da utopia para a distopia como norma intelectual orientadora?

Estar-se-á a passar da ilusão para a des/ilusão?

As esperanças depositadas em placebos não acabarão por redundar em nocebos? Ambas filhas da mesma raíz: as frequentes auto-sugestões mentais ou as tomadas do desejo por realidade?

Estar-se-á condenado a descrer das elites existentes, enquanto se vai fazendo pela vidinha?

A alternativa a uma rendição a uma realidade que se rejeita, ou que incomoda, são os amortecedores artificais, químicos, e/ou os cinismos compensadores da ausência/liquidação/impossibilidade de utopia?

Perante o que parece ser uma autofagia envolvente, uma entropia uniformemente acelerada, o que se pode esperar de uma - qualquer que seja - correcção, ou mera reacção, sistémica?

E entretanto?

A adaptação é sempre hipótese. Ao fim e ao cabo, o homem tanto habita nas zonas mais frias, como nas mais quentes, tanto é capaz de estar no espaço cósmico, como nas profundezas oceânicas.

But...

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