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terça-feira, dezembro 28, 2004

Ser ou parecer? Valer ou conhecer?

Se para singrar vale mais parecer que ser, ter boas ligações que saber, possuir cartões de clubes vários em vez de canudos, privilegiar a imagem em detrimento do conteúdo, a táctica em vez da estratégia, o simples ao complexo, o seguidismo à autonomia - então como é que isto cola com o discurso do mérito, da produtividade, da racionalidade, do interesse público, social e colectivo?

Não cola.

Está-se dependente de voluntarismos, de acasos, de altruísmos de terceiros - ou não.

Ao mesmo tempo, já se constatou na sequência de eleições - esse momento único, nobre, ímpar, literalmente de eleição, da democracia, de recolha da dita opinião popular (o que pressupõe um povo com uma opinião) - contestadas, duvidosas, suspeitas, manipuladas, falseadas, que vai por aí, um bocado por todo o lado?

Comments:
Em democracia vale a forma e a substância.
Quando aa substância é fraca, isso não é razão suficiente para se precindir da forma.
 
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