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sábado, janeiro 08, 2005

A insustentável leveza das estatísticas

A velha máxima: A morte de uma pessoa é uma tragédia; a de milhões, uma estatística.

Quanto é demais?

Qual é o limiar a partir do qual há emoção, acção, reacção, preocupação, inversão, prevenção?

Ou não há?

E estamos perante um fenómeno recorrente, como a História parece indicar?

Se assim for, de que serve a emoção instântanea, se assentar na amnésia histórica?

Um artigo perturbador de Christopher Dickey, na Newsweek: The world rarely takes notice of disasters and wars until they cross a mind-boggling threshold of pain. Are Americans starting to feel the same way about U.S. soldiers dying in Iraq?

PS - Há um link com o título: How Many Iraqi Civilians Have Been Killed?

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