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domingo, janeiro 09, 2005

Onde páram as elites? (29)

Aqui está Cadilhe, com a sua pespectiva habitual.

Uma revolução nas finanças públicas: Uma meta difícil - mas plausível nos quatro anos de uma legislatura - deveria ser reduzir para dois terços a actual escala de actividade corrente do Sector Público Administrativo.
(...)
as despesas correntes teriam de descer em volume quase 7% ao ano, num cenário de inflação a manter-se baixa e PIB a crescer bem. "O quê? 7% ao ano! Mas isso é de loucos", clamarão alguns políticos, "é o colapso do Estado, é humanamente impossível, socialmente intolerável, politicamente um desastre". E, sentenciarão muitos dos "burocratas monopolistas", "isso é próprio de uma tecnocracia, não da democracia". Ora, o que respondo a tais exclamações é que o Estado português só vai lá com um grande abanão. Respondo que, para grandes males, grandes remédios. E respondo que o mal é mesmo muito grande
(...)

Uma entrevista ao JN que vai dar que falar.

Comments:
Sim, ok!
E os custos? Mal repartidos como sempre??!
 
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