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domingo, fevereiro 13, 2005

Leituras com pó (7)

Depois de ver e ouvir a fúria das associações médicas, industriais e farmacêuticas contra os preços de referência e a promoção dos medicamentos genéricos, só me resta concluir: talvez seja necessário reformar a saúde pública, não contra, mas sem os médicos. E sem as farmácias. E sem a indústria. Parece absurdo, mas talvez seja a única solução.

António Barreto, Pela nossa saúde, Público, 27/10/02.

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