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quinta-feira, fevereiro 03, 2005

Migrações e desastres (naturais e outros)

Cerca de 150 milhões de pessoas podem tornar-se "refugiados do clima" até 2050, sobretudo devido à subida do nível da água do mar, segundo um estudo apresentado hoje numa conferência internacional sobre alterações climáticas (RTP).

Entretanto, a Organização Internacional das Migrações está a realizar um forum sobre migrações e desenvolvimento.

Conviria a um país de viajantes e emigrantes dominar melhor esta temática.

Não só porque Portugal passou ao estatuto de país de imigração, como este mesmo estatuto deverá acentuar-se, tanto por força dos designados desastres naturais, como por força das tendências existentes.

Entre estas tendências estão a reunificação familiar e a acção criminosa.

Alguém já reparou na quantidade de mulheres imigrantes que estão registadas como bailarinas nas estatísticas do SEF?!

Por alguma razão, a burocracia político-administrativa da ONU já há mais de 10 anos que se preocupa com o tráfico de pessoas.

Sem resultados, aliás, como é timbre da cooperação internacional em geral.

PS - Não esquecer que a ONU mais do que um ente que paire sobre a cena internacional, qual zeppelin, é antes, como o nome indica de resto, uma Organização de Nações Unidas. Se as Nações e os respectivos Estados não se unem, então que não se culpe o resultado dos seus (des)equilíbrios de força. O Annan - tal como os seus antecessores - está inocente.

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