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domingo, fevereiro 27, 2005

Raiz

E se se fosse à raiz das coisas?

Se se primitivasse o discurso?

Se se soubesse do quê, de onde, derivam conceitos dados como unidimensionais e de percepção inequívoca?

Primitivas e derivadas - existem, e não só na estatística. Mesmo que só existissem aqui deveriam ser exportados para outros campos do saber.

Qual é a primitiva de País, Interesse Público, Cidadão, Cidade, Nacional?

Depois pode-se falar de derivadas como Governo, Representação, Defesa, Justiça, Educação...

Depois da Estrutura, a Função.

Claro que se sabe que a Estrutura não veio do nada nem é imutável, que condiciona, mas também é sujeita a retroacções.

Lógica de sistemas.

É pedir muito?

Sabe-se que Deus gosta das pessoas simples (fez tantas), mas, vá lá, encore un effort.

A folhagem é mais atraente, o efeito que a brisa tem nas folhas, a sombra que estas proporcionam, o abrigo que oferecem para um descanso merecido,...

Penetrar o tronco, então, isso é mesmo tarefa de pica-pau, mas, co'os diabos, é na raiz que está o segredo.

Será que é por isso que os extasiados com a espectacularidade, o visível, o cromático, levam a palma, em termos de número, aos que frequentam os subterrâneos, as toupeiras e outros furões, que, mais discretos e menos deslumbrados, percebem e controlam a lógica radical, das raízes, das coisas?

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