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sexta-feira, março 25, 2005

Um mundo interessante

The U.S. military will significantly increase its role in halting the production and sale of poppies, opium and heroin in Afghanistan, noticia o The New York Times. Do lado da procura, não vai nada?

A Quirguízia parece querer juntar-se à Geórgia e à Ucrânia. Seguir-se-á mais algum membro da ex-URSS? Onde parará o movimento?

Os capacetes azuis da ONU estão cada vez mais debaixo de fogo. Os casos mais recentes dizem respeito a abusos sexuais na República Democrática do Congo, onde mais de uma centena de "capacetes azuis" da MONUC são alvo de investigações por parte da ONU. Segundo as alegações, os abusos, incluindo violações, terão sido cometidos contra mulheres e crianças em troca de comida ou de pequenas quantias em dinheiro, notícia o Público. Quem (nos) protege dos protectores?

Luiz Felipe Scolari admite que teve de recorrer a uma desculpa para conseguir reunir a selecção nacional mais cedo. Nuno Gomes admitiu que, no passado, houve jogadores que vieram à selecção para «descansar», noticia a TSF. Selecção de todos nós? Representação do País? Ponto alto na carreira de um jogador? Quanto é que vale, em trocados, essa conversa do todos nós, País, ponto alto? Porque razão é que havia de ser o interesse da população das bancadas a determinar o que quer que fosse? Basta que grite e insulte o árbitro e o adversário. Pobres coitados.

Empresários e sindicatos aplaudem a "medida simbólica" ontem aprovada pelo governo [apoio, a partir de Junho, à colocação de jovens até 35 anos, com qualificação superior em gestão, engenharia, ciência e tecnologia ou áreas relacionadas com a inovação, em empresas com menos de 250 trabalhadores e que tenha em curso projectos de pesquisa], mas lamentam o valor reduzido dos subsídios previstos, porque um jovem qualificado merece mais do que 560 euros mensais atribuídos pelo Estado. O resultado, concordam patrões e sindicatos, é que os empresários vão ser forçados a abrir os cordões à bolsa, notícia o Jornal de Notícias. Pobres coitados. Estavam tão bem servidos de ignorantes baratos.

António Guterres pode ser o próximo alto-comissário da ONU para os Refugiados (ACNUR), noticia tudo o que é media. O país inteiro regojizou-se. Que bom. Depois de Cutileiro na OSCE, de Barroso na Comissão, Guterres num dos corpos da ONU. Antes fora Figo no Barcelona, com Couto e Baía, antes de rumar ao Real Madrid, onde esteve com Queiroz e Peseiro, Queiroz que voltou a Manchester, onde se lhe juntou Cristiano Ronaldo, mas também Mourinho no Chelsea, com a legião portuguesa, Pauleta no PSG. Lembro-me ainda de Chalana no Bordéus e de Oliveira no Bétis. Alguém sabe onde fica o Darfur? Uma das tarefas do comissário-geral é reunir esforços para cuidar das situações. Porque não preveni-las? Se Guterres não for o escolhido. Portugal não deve entrar em depressão. Dada a persistência das causas haverá oportunidades nos próximos séculos de outro português ser escolhido para o cargo.

Ahistória de Os Malucos do Riso é sem dúvida a de um dos mais notáveis casos de sucesso e de persistência da televisão portuguesa. Mas, como muitas vezes acontece, a qualidade raramente anda a par das audiências. Agora, com o regresso da Quinta da TVI, o programa do horário nobre da SIC transmutou-se e passou a chamar-se Os Malucos nas Arábias. Era de esperar o pior. No entanto, a metamorfose é apenas aparente, escreve Miguel Gaspar no DN. Quem disse que a concorrência era má? O consumidor é soberano. O cliente tem sempre razão. Do confronto, da comparação das ofertas concorrentes resulta a escolha, a selecção, da melhor. Não é? Não é. Então, como será?

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