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domingo, abril 17, 2005

Media: Relativizar

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The first lesson in all this is we shouldn't overestimate the importance of the media
(...)

David Brooks, Public Hedonism and Private Restraint, no The New York Times de hoje defende que a crescente explicitação sexual nos media não se está a traduzir em banalização das práticas sexuais entre os jovens.

Ao contrário, argumenta, parece estar a verificar-se o fenómeno inverso, apesar da popularização do tema nas revistas académicas e nas outras, dos crescentes receios dos pais e das histórias recorrentes sobre orgias centradas no sexo oral.

Seja como for, a asserção de Brooks pode ser aplicada a outros campos.

O poder dos media é sobrevalorizado.

Até pelo facto básico de eles serem media, isto é, intermediários.

Sem ignorar o efeito (distorção, vg) que a transmissão de alguma coisa pode introduzir na intenção do emissor ou o receptor perceber algo diferente do que se transmitiu, o intermediário é um emissário, não tem o poder de emitir mensagens, nem de as rejeitar ou de formular alternativas.

Media, transmissor, intermediário, transmissor de recados, agente secundário.

A quem interessa elevá-los a poder?

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