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quarta-feira, abril 13, 2005

Onde páram as elites? (51)

As nações são como pessoas em ponto grande: nascem, crescem e morrem.

O maior traumatismo da História portuguesa foi a perda do Brasil. Investimos tudo lá e até digo mais: deviamos ter mudado o nosso nome para Lusitânia.

Se eu fosse ditador durante 24 horas obrigava toda a classe política portuguesa a ler três obras fundamentais da literatura clássica: "Portugal Contemporâneo", de Oliveira Martins, "As Memórias Políticas" de Raúl Brandão e a "Conta Corrente" de Virgílio Ferreira.

O drama das nossas elites é que elas não são elites, são heranças; não são nobres, são fidalgos.

ou muito me engano, ou daqui a dois anos, os que agora elogiam o Governo, vão criticá-lo sem piedade.

Eu acho que este pode ser o último Governo da III República .

A política em Portugal apodreceu pelo situacionismo.

Excertos de uma entrevista de José Adelino Maltez.

Bom apetite.

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