Sexta-feira, Novembro 17, 2006
Onde páram as elites (94)?
Portugal não estava “à altura” de aderir ao euro em 2002, ao contrário do que se acreditava então, defendeu hoje o economista António Borges, membro da equipa que lançou o projecto da União Económica e Monetária.
(...)
No Público.
Desculpem lá qualquer coisinha, qualquer mau jeito,...
Interessante este aparente volte-face.
É que já na altura havia quem dissesse que o euro era uma opção política, e não económica.
Como hoje continua a ser.
Na altura, o Feldstein argumentava, à semelhança de quase todos os economistas norte-americanos, que o euro ia trazer a guerra entre os membros da união monetária então em construção enquanto o Kohl contra-argumentava que, pelo contrário, o euro ia trazer a paz.
Para o norte-americano o euro ia trazer a sisania, para o alemão ia trazer a estabilidade.
Ok. E agora?
Portugal sai do euro?
Ou já está à altura de cumprir as obrigações que tal pertença pressupõe?
É que Borges declara que estamos num regime diferente, para o qual não estamos claramente preparados do ponto de vista intelectual...
(...)
No Público.
Desculpem lá qualquer coisinha, qualquer mau jeito,...
Interessante este aparente volte-face.
É que já na altura havia quem dissesse que o euro era uma opção política, e não económica.
Como hoje continua a ser.
Na altura, o Feldstein argumentava, à semelhança de quase todos os economistas norte-americanos, que o euro ia trazer a guerra entre os membros da união monetária então em construção enquanto o Kohl contra-argumentava que, pelo contrário, o euro ia trazer a paz.
Para o norte-americano o euro ia trazer a sisania, para o alemão ia trazer a estabilidade.
Ok. E agora?
Portugal sai do euro?
Ou já está à altura de cumprir as obrigações que tal pertença pressupõe?
É que Borges declara que estamos num regime diferente, para o qual não estamos claramente preparados do ponto de vista intelectual...